Terceira pessoa subjetiva: a autoficção d'O Filho Eterno

Gustavo Rückert

Resumo


Este trabalho, na contramão dos principais estudos críticos de O filho eterno, de Cristóvão Tezza, defende que há na obra uma inusitada combinação nas características do narrador: autodiegético e em terceira pessoa, composição observada também em Coetzee. Para comprovar essa leitura e apresentar os seus desdobramentos na interpretação da obra, são utilizados diferentes estudos teóricos, que vão de Genette a Leujene e Doubrovsky.


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